6 de janeiro de 2008

NA MORTE DE LUIZ PACHECO

Não li muito deste autor. Mas o suficiente para perceber que a fronteira entre a franqueza e a loucura era ténue. E ainda bem. Neste país de lesmas hipócritas, que somos todos, de uma maneira ou de outra, toda a voz que chame às coisas os nomes simples que elas têm, faz falta.

ps: apesar de lamentavelmente realizado, o documentário sobre o escritor que passou ontem na RTP2 permitiu entrever um pouco do espírito de Luiz Pacheco. Enquanto nos ríamos da sua ousadia tão fora do nosso tempo, batia-nos a melancolia de perceber que estamos definitivamente ancorados nesta praia.

1 comentário:

joao disse...

de volta a londres vou em breve entrar no "rio da gloria". humilde, mergulharei sem medos para nele encontrar o essencial. uma busca constante, tb ela sobre uma tenue fronteira. saudacoes amigas a todos!